Cortinas de crochê é coisa do passado?

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O crochê é um trabalho manual adorado por muitas mulheres. São várias técnicas que podem ser aplicadas em muitas peças, além do tradicional tapete. Uma delas é a cortina de crochê.

Tem quem acredite que a cortina de crochê é coisa antiga. Mas na realidade, é um clássico! Fica bom em muitos modelos de janela diferente e, são um charme na sua cozinha!

Quer saber mais sobre essa peça maravilhosa e como usá-la em sua cozinha? Continue com a leitura!

Modelos de cortina de crochê para cozinha

Crochê é uma técnica que utiliza, na maior parte das vezes, barbante para ser feito. A largura do fio é bastante variável e isso é um dos pontos que irá garantir a leveza ou não da sua cortina.

Os modelos de cortina de crochê pode servir para os mais diferentes tipos de cozinhas e decorações. Elas podem completar uma decoração mais rústica, deixar o ambiente clean, moderno ou até com um ar de casa de campo.

Existem trabalhos simplesmente maravilhosos! São de encher os olhos e aquecer o coração! Afinal, o resultado é uma cozinha totalmente aconchegante. Se você está em busca pelo modelo de cortina para cozinha ideal, pode apostar em um dos modelos feitos de crochê.

Uma das coisas mais legais, é usar modelos e formatos diferentes de cortina de crochê na cozinha. Existem peças de cortina mais longas, que cobrem toda a janela. Mas, também tem algumas que preenchem as laterais e a parte superior, deixando o meio livre. Dessa forma, o ambiente fica totalmente personalizado. Ainda mais porque usará uma peça confeccionada a mão, feita sob medida para sua casinha.

Outro ponto interessante é que as cortinas para cozinha feitas de crochê, podem ter a cor neutra, tradicional da linha. Mas dá para usar e abusar da criatividade, usando outras cores. A cortina inteira pode ser colorida, ou pode ter apliques de outras cores, como flores feitas de crochê.

Para fixá-las, utiliza-se o varão. Então é bem simples e prático, tanto a sua colocação como a manutenção e limpeza da peça.

Cortinas de crochê para sala

Sim, as cortinas de crochê também podem ser usadas na sala de estar ou de jantar. Primeiramente, entenda que é uma peça artesanal, então não é a escolha mais adequada se você quer diminuir a luminosidade. Esse tipo de material é legal para quem quer transpassar leveza e luz a um ambiente.

Nas salas, o resultado é um cantinho mais aconchegante, com jeitinho de “colo de vó”. Para ficarem mais bonitas, prefira as cortinas com ponto mais aberto, com desenhos geométricos ou outros formatos. Outra dica é escolher cores neutras, pois assim fica bem mais leve e mais fácil combinar com os outros itens da sua sala.

Se sua sala já tem um aspecto mais neutro, você pode colocar uma corzinha em sua cortina, como um azul, lilás, amarelo ou outro tom que faça um link bacana com os outros móveis e objetos decorativos.

Crochê na cortina e em outros objetos para acompanhar

Se você realmente gosta desse tipo de trabalho, saiba que dá para caprichar na hora de decorar sua cozinha utilizando o crochê. Além da cortina para cozinha feita com esse ponto, pode-se usá-lo em outros objetos. O mais tradicional são os famosos tapetes de crochê e também as passadeiras para serem usadas nas mesas.

Outra possibilidade são as capas para eletrodomésticos feitas de crochê. No entanto, esse tipo de coisa está em desuso, já que a tendência é deixar a cozinha cada vez mais clean, escondendo todos os eletrodomésticos dentro dos armários.

Mas, além das cortinas, o crochê pode estar presente em acessórios úteis, como porta guardanapo de pano, puxa saco e até mesmo suporte para papel toalha. Outra peça maravilhosa que vai combinar perfeitamente com sua cozinha e ainda deixar as refeições mais aconchegantes, são os sousplats feitos de crochê. Eles podem ter aplicações de pedras, fitas e outros acessórios.

Portanto, as cortinas de crochê não são coisa do passado! Elas podem ser usadas sim nas cozinhas atuais, principalmente aquelas mais aconchegantes e com um visual mais clean. Complete a decoração com outros acessórios também feitos de crochê.

Como começar seu e-commerce

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Vender online é uma maneira de criar um negócio do zero investindo pouco. É possível vender praticamente de tudo pela internet! Existem e-commerce que vendem de tudo, desde roupas, acessórios de decoração, bebidas entre outras coisas.

Se você quer começar a lucrar usando a internet, precisa aprender a estruturar seu e-commerce para que ele realmente dê certo. Além disso, se planejamento e com conhecimento, você não investirá mais que o necessário.

Está pronto para começar a vender?

Abrir e-commerce é vantajoso?

Sim, é bastante vantajoso desde que tenha planejamento. Entre as questões que são colocadas a mesa é sobre a estocagem. Afinal, para vender pela internet precisa ter produto suficiente para servir a demanda, não é mesmo?

Uma solução para o estoque são os guarda volumes ou guarda móveis. Você aluga espaços e pode usá-los para armazenamento e estocagem.

Há ainda outros pontos que merecem atenção: criação de site, produtos e estratégias de vendas.

Por onde começar…

Todo grande e-commerce nasceu de um planejamento. Coloque suas ideias no papel e, a partir disso elas ganham forma. Dentro desse planejamento, leve em consideração o tipo de produto, o público que irá vender e também informações sobre logística, estoque e os valores de investimento disponíveis.

Procure também por plataformas para vender online. Atualmente existe várias que são bem simples de usar e, até mesmo integrar outros sistemas, como por exemplo de gestão de estoque e emissão de nota fiscal.

Criar estratégias de venda e marketing também são pontos importantes. Será necessário muito trabalho neste ponto, incluindo pesquisas sobre marketing e técnicas de persuasão.

Crie conteúdo para o blog da sua loja, redes sociais e outras ferramentas que sejam convenientes para o seu tipo de e-commerce. Conheça muito bem seu público e saiba o que ele procura, para depois oferecer o seu produto.

Estudar logística e técnicas de armazenamento e estocagem é outro ponto crucial para o andamento do seu negócio. Saber o que comprar e as quantidades é uma tarefa árdua. Mas, sem ela você terá um estoque lotado de produtos encalhados e/ou perder vendas por falta de produto. Devido a importância desse tópico, vamos falar mais dele a seguir.

Logística e estocagem para e-commerce

A logística envolve todo o percurso que o seu produto faz para chegar até você e finalmente até seu cliente. Ter um local para armazenamento é essencial e é chamado de estoque. Esse espaço pode ser feito em um barracão, mas a forma mais econômica é através do aluguel de container em self storage.

O aluguel de box ou container, são espaços alugados dentro de um ambiente totalmente seguro e compartilhado. Cada locatário tem a chave do seu próprio box, portanto só ele terá acesso. Esse tipo de estrutura de armazenamento é perfeito para quem está começando um e-commerce. Inclusive, é ótimo até mesmo para quem já tem anos na área e quer expandir os negócios.

Para que o produto chegue até o cliente, o caminho, basicamente será:

 

  1. O produto chega ao seu box do self storage;
  2. O consumidor compra o item no seu e-commerce;
  3. Você volta para o self storage, retira o produto e o despacha para o consumidor.

 

Agora, o despacho para o consumidor final pode ser feito de diversas maneiras. A mais tradicional é direto pelo Correios. O frete pode ser cobrado do cliente no momento da compra ou você pode oferecer frete grátis assumindo esse custo.

Outra possibilidade é ter parceria com transportadora e fazer a entrega por ela. O ideal é que você coloque na balança o esquema de logística que mais vale a pena para o seu tipo de produto e/ou localização.

Usar self storage é realmente seguro para e-commerce?

Sim, o self storage é seguro em vários aspectos. O primeiro deles, é que geralmente são contêineres, construídos para armazenamento, transporte de produtos pelo mar, o que significa que são bastante resistentes, não é?

Os objetos que ficam dentro ficam seguras contra problemas climáticos, como chuvas e tempestades. Mas, isso não significa que você deve deixar os produtos empilhados de qualquer jeito, ok? Crie uma estrutura de armazenamento para proteger todos os itens. Etiquete-os para saber exatamente o que tem em cada caixa. Assim fica mais pegar os produtos após as vendas.

O aluguel de um box inclui a segurança do self storage. Portanto, você não tem que se preocupar com isso. Inclusive, a única chave existente é entregue ao locatário.

Como estudar para concurso de pedagogia?

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Após concluir a faculdade de pedagogia ead ou até mesmo a presencial, você pensa em conquistar uma vaga no funcionalismo público, usufruindo de benefícios como estabilidade e remuneração adequada? Se sim, este, definitivamente, é um bom plano para sua carreira profissional.

Mas, se você ainda não tem familiaridade com o mercado de concursos públicos, como saber por onde começar?

No texto de hoje, voltado para os pedagogos que desejam prestar concurso público, vamos esclarecer diversos pontos para que você se sinta preparado e possa sair em busca da melhor oportunidade.

Em primeiro lugar, e antes de mais nada, é preciso definir um órgão e cargo de interesse, já que milhares de vagas são ofertadas por meio de concursos em diversas cidades do Brasil.

Para encontrar a oportunidade dos seus sonhos, a grande dica é ficar de olho nas publicações de editais realizadas pelas Secretarias Municiais e Estaduais de Educação.

Uma vez que você esteja de posse do edital, basta apenas seguir as suas orientações, efetuar a sua inscrição, e começar seus estudos, baseando-se, de forma óbvia, nos conteúdos programáticos da publicação.

Disciplinas mais cobradas

Geralmente, os concursos públicos voltados para o nível Superior costumam cobrar uma lista de disciplinas específicas, que estejam de acordo com a área de atuação do candidato.

No caso de Pedagogia, a lista de disciplinas que mais costumam ser cobradas nas provas é composta por conteúdos de Legislação da Educação, Didática, Aspectos Éticos, Filosóficos e Sociológicos da Educação, Língua Portuguesa, Psicologia da Educação, Gestão e Educação, Matemática e Raciocínio Lógico, Educação Inclusiva, Avaliação de Aprendizagem, Legislação e Informática e Estatuto da Criança e do Adolescente.

E além da prova objetiva, a que são submetidos todos os candidatos, diversas seleções costumam ainda avaliar os participantes por meio de uma prova didática, em que o pedagogo precisar simular uma situação de aula para uma banca de professores.

Como estudar

Diante de tantos assuntos e de um tempo limitado para preparação, você pode se questionar se dará conta de tudo até a data da prova.

Neste sentido, para que você se sinta mais preparado e seguro para encarar a avaliação, o ideal é contar com a ajuda de um curso para concurso.

Com apoio especializado, você terá ao alcance das mãos todos os conteúdos necessários, além do direcionamento sobre a ordem em que devem ser estudados.

Para complementar a sua preparação, você ainda pode consultar as provas aplicadas em concursos anteriores e testar seus conhecimentos durante a sua resolução.

Outro ponto bastante importante neste aspecto é conhecer, de forma antecipada, a banca responsável pela aplicação das provas referentes a sua seleção.

Após estes passos, caberá a você somente ser responsável pela organização do seu cronograma e dedicar um tempo suficiente em sua rotina para os estudos.

Por fim, lembramos que mesmo durante o período exaustivo de preparação você não deve esquecer os momentos de lazer. Aliado a isso, deve manter uma rotina saudável que inclua alimentação balanceada e exercícios físicos.

Funcionário público pode ser mandado embora?

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Em algumas das situações servidores aprovados em concurso público podem ser demitidos sim. Mas, para que você não passe por isso depois de ter se preparado tanto com um curso online para concurso, vamos te mostrar 13 situações que podem levar a demissão.

A primeira situação é quando o funcionário público comete um crime contra a administração pública. Neste caso, podemos citar como os crimes determinados pelo código penal que levam à pena de demissão: corrupção passiva, corrupção ativa, contrabando, tráfico de influência e prevaricação.

A segunda situação é a de abandono do cargo pelo funcionário público. Isto ocorre quando o servidor concursado fica ausente de maneira intencional de sua função no órgão público, sem justificativa por um período superior ao de um mês, ou seja, 30 dias.

Na terceira situação temos a inassiduidade habitual, em que o número total de ausências sem justificativa do servidor público em um período de 12 meses é limitado por lei em 60 dias. A demissão ocorre se durante este período de um ano, o servidor público se ausentar por mais de 60 dias, ainda que em dias alternados, e sem justificativa.

A improbidade administrativa é a quarta situação a ser citada, e é mais conhecida como LIA (Lei 8.429 de 1992) que definiu o que seriam os atos de improbidade administrativa elencados na Constituição de 1988. Porém, é importante ressaltar que esta Lei não possui caráter penal, suas sanções são de natureza administrativa, civil e política. Podemos citar como exemplo de atos de improbidade administrativa aqueles que levem em enriquecimento ilícito, causem lesão aos cofres públicos ou que atentem contra os princípios da administração pública.

Na quinta situação temos a aplicação irregular de dinheiro público. O servidor público responsável não pode agir de maneira diversa ao que a lei prevê no que se refere à aplicação do dinheiro público. Por exemplo, se existe uma verba destinada por lei para a educação, o servidor público não pode – mesmo que pense estar agindo de “boa fé” – aplicar essa quantia em ações da área da saúde por conta própria.

A sexta situação é a revelação de um segredo que você tenha ficado sabendo em razão do seu cargo no serviço público. O servidor concursado deverá zelar pelas informações que recebe em razão de seu cargo. Se você revelar ou compartilhar uma informação que deveria ser mantida em sigilo, com um terceiro não autorizado ou até mesmo com outros servidores não autorizados, cometerá infração passível de desligamento do serviço público.

Na sétima situação temos a lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional. Um servidor público que que utiliza bens públicos em benefício próprio comete a dilapidação do patrimônio nacional, bem como o que rouba, pois ambos estão prejudicando os cofres públicos.

Na situação seguinte, a oitava, temos a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas. Em regra, a Constituição Federal, proíbe que o servidor público exerça mais de um cargo público remunerado. Porém, caso exista compatibilidade de horário ela é permitida apenas em alguns casos específicos. Qualquer outra forma de acumulação de cargo público poderá resultar na demissão do serviço público.

A nona situação trata da incontinência pública e conduta escandalosa, no órgão público. Neste critério existem inúmeras hipóteses que podem se encaixar e cabe ao superior hierárquico definir a aplicação da demissão do servidor envolvido.

A próxima, e décima situação, envolve ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa ou em legítima defesa de alguém. A lei se preocupa com a integridade física de servidores e particulares. Nessa hipótese está prevista demissão em qualquer tipo de ofensa física, excluídas apenas aquelas em legítima defesa.

Na décima primeira situação citamos o recebimento de propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em razão de suas atribuições como servidor público. É preciso levar em conta neste caso a presunção de pessoalidade ou imoralidade do ato.

A décimo segunda situação é a participação em gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, exercendo o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário. O servidor público não pode participar de atividades comerciais particulares como administrador ou gerente, pois isso seria incompatível com o desempenho de sua função pública.

A última, e décima terceira situação, trata do servidor público que utiliza seu cargo para tirar proveito pessoal em detrimento da dignidade da função pública. A demissão ocorre quando há desvio de finalidade na função pública, que tem como objetivo principal satisfazer o interesse público. O servidor público não pode utilizar-se do cargo em benefício próprio ou de terceiro, pois está atentando contra a finalidade do cargo e consequentemente contra os princípios da administração pública.

Qual o tamanho de um box de Self Storage em Curitiba?

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O tamanho do box de self storage Curitiba é um assunto recorrente ao investir nos serviços de guarda móveis, volumes e documentos, já que é preciso escolher uma área que atenda plenamente as necessidades de armazenagem.

É aí que surge a dúvida: afinal, qual o tamanho do box? A Guarde Mais conta com uma estrutura robusta, com áreas com boa capacidade de armazenamento. Conheça mais sobre elas!

 

Tamanho do box self storage Curitiba

A Guarde Mais disponibiliza o aluguel de box com 3m3, o que permite armazenar uma boa quantidade de objetos, desde itens pessoais, de empresa ou documentos, com total organização.

Além do ótimo tamanho, outro atrativo do guarda móveis Curitiba da Guarde Mais é o preço, que é acessível e não pesa no orçamento, possibilitando armazenar seus itens num local adequado e seguro sem gastar muito.

 

Opções de armazenamento Guarde Mais Curitiba

E, afinal, quais são as opções de armazenamento da Guarde Mais Curitiba? São três principais, como o guarda móveis, que pode ser utilizado, por exemplo, durante mudanças e reformas.

Também há o guarda volumes Curitiba, no qual dá para armazenar móveis, documentos, objetos, enfim, tudo o que precisar, sempre preservando esses itens.

Além disso, empresas podem contar com o guarda estoque, que é uma excelente solução para comércios e indústrias com áreas reduzidas para estocar seus produtos. Essa alternativa ajuda a otimizar o espaço da empresa, melhorando a área de trabalho.

 

Por que contratar um self storage Curitiba?

O self storage é uma alternativa eficaz para resolver o problema de espaço pequeno, podendo guardar itens numa estrutura de armazenamento segura, otimizando a área de residências e empresas.

O serviço de armazenagem e estocagem ainda conta com o benefício de ter preço baixo, além de ser facilmente contratado, liberando o box para uso o quanto antes, de modo a suprir suas necessidades com total agilidade.

Homem também pode cursar Pedagogia?

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Sim, por incrível que pareça a pergunta que serve como título para essa postagem ainda é feita com grande frequência. Muito disso se deve ao fato de que de a Pedagogia ser escolhida, em sua maioria, por mulheres. Porém, isso nunca foi e nunca será uma regra. Homens podem sim fazer curso de Pedagogia!

Seja em sala de aula, lecionando para os anos iniciais do Ensino Fundamental (sim, o pedagogo também pode ser professor), ou ainda cargos de gestão ou administrativo em instituições de ensino, secretarias de educação, entre outros, os homens têm cada vez mais se inserido na área e realizando grandes feitos.

O pedagogo, independente do sexo, é um profissional de extrema importância em nossas vidas, pois tem a capacidade de, com seu estudo, compreender os princípios e métodos de ensino, gerir escolas e, ainda, conduzir assuntos educacionais. Seu trabalho busca garantir uma qualidade bastante significativa da educação, integrando da melhor maneira professores e alunos.

Esse preconceito bobo de que apenas mulheres podem atuar na área se dá pelo fato de que, num passado relativamente distante, apenas elas possuíam a vocação de cuidar, por isso durante bastante tempo a função de educar era quase que totalmente delas. Esse tabu, apesar de ainda existir, aos poucos vai sendo extinguido.

Quer o exemplo de um homem que não se importou com os estigmas impostos pela sociedade e tornou-se um dos maiores e mais conhecidos educadores do mundo? O nome dele é Paulo Freire, nascido em Recife (PE), que pautou sua vida em ajudar os menos favorecidos a se alfabetizarem. Trata-se do brasileiro que mais recebeu títulos de Doutor Honoris Causa, totalizando 41, das mais diversas universidades, entre elas Harvard, Oxford e Cambridge.

Apesar de Paulo Freire não ter sido um pedagogo de formação, é considerado um dos pensadores mais notáveis quando o assunto é pedagogia, uma vez que influenciou o movimento conhecido como pedagogia crítica. Ele escreveu ainda livros de grande fama na área, como “Educação Como Prática da Liberdade”, “Pedagogia da Esperança”, entre outros.

Há ainda outros homens que também tornaram-se ícones da Pedagogia, como o francês Célestin Freinet, criador do “Estudo do Meio”; Johann Pestalozzi, grande estudioso da pedagogia moderna, e que defendia o fato de as crianças já nascerem com determinadas habilidades, cabendo a escola apenas o papel de potencializá-las; e Jean-Jacques Rousseau, que sistematizou uma concepção de educação diferente, hoje conhecida como “Escola Nova”, e que serve de influência para muitos pedagogos.

Enfim, listamos apenas alguns dos muitos pedagogos e educadores que, apesar dos preconceitos de atuar na área, não deixaram de seguir em frente e fazer história. Algo que você também pode fazer, ao deixar qualquer receio de lado e matricular-se em uma boa faculdade de Pedagogia EAD.

Só depende de você! Com foco, confiança e dedicação não resta dúvida que logo você estará com seu diploma na mão, sendo disputado pelo mercado de trabalho e colaborando para a mudança desse conceito equivocado de que homem não pode cursar Pedagogia.

Como trabalhar na Receita Federal?

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Para trabalhar na Receita Federal é necessário ser aprovado em concurso público. Algo que, por sinal, o órgão já não realiza há 5 anos. A boa notícia é que um pedido de autorização foi recentemente enviado ao Ministério da Economia e, devido a urgência na reposição de servidores que se aposentaram ou foram exonerados, a permissão não deve demorar a sair.

O concurso Receita Federal deverá oferecer um total de 2.153 vagas, sendo 1.423 para Analista Tributário e 700 para Auditor Fiscal. Ambos os cargos exigirão dos candidatos nível superior completo em qualquer área de formação. Já os salários iniciais para os aprovados são a cereja do bolo, sendo R$ 12,1 mil para Analistas e R$ 21,4 mil para Auditores.

Não à toa trata-se de um dos concursos mais visados pelos concurseiros, afinal de contas, além da satisfação profissional de atuar em um dos órgãos mais respeitados do país, a remuneração é capaz de mudar a vida de qualquer pessoa. Ou seja, vale muito a pena tentar!

Mas para passar no concurso Receita Federal 2019 você precisa, além de foco e determinação, saber exatamente quais conteúdos priorizar durante os estudos.

Pegando como base os últimos editais onde os cargos de Analista Tributário Receita Federal e Auditor Fiscal Receita Federal foram contemplados, as disciplinas que podem fazer parte do conteúdo programático do próximo certame, são as seguintes:

– Analista Tributário:

  • Língua Portuguesa
  • Língua Espanhola ou Língua Inglesa
  • Raciocínio Lógico-Quantitativo
  • Direito Constitucional e Administrativo
  • Administração Geral
  • Direito Tributário
  • Contabilidade Geral
  • Legislação Tributária e Aduaneira
  • Informática

– Auditor Fiscal:

  • Língua Portuguesa
  • Língua Espanhola ou Língua Inglesa
  • Raciocínio Lógico-Quantitativo
  • Administração Geral e Pública
  • Direito Constitucional
  • Direito Administrativo
  • Direito Tributário
  • Auditoria
  • Contabilidade Geral e Avançada
  • Legislação Tributária
  • Comércio Internacional e Legislação Aduaneira

Todos os candidatos aprovados nas provas objetivas fizeram ainda uma prova discursiva, onde eram avaliadas a capacidade de argumentação, a sequência lógica do pensamento, o alinhamento do tema e a cobertura dos tópicos apresentados.

Vale aqui esclarecer uma coisa, o fato de termos citado alguns conteúdos específicos não significa que apenas esses serão cobrados. Claro, há grandes possibilidades de que apareçam sim no próximo edital, o que não exclui o fato de que outros novos assuntos também podem se fazer presentes. Portanto, caso isso aconteça, não deixe de dar a devida atenção.

Bom, como você viu o edital Receita Federal tende a ofertar uma grande quantidade de oportunidades e com salários altíssimos se comparados a média do mercado, fatos que certamente contribuirão para que haja um grande número de inscritos. Portanto, é necessário estar pronto para encarar essa concorrência acirrada e conquistar a sonhada vaga.

Para isso, conte com a ajuda do melhor curso online para Receita Federal. Somente nele você verá apenas conteúdos que realmente têm chances de serem cobrados, assistindo videoaulas de apenas 30 minutos, todas organizadas em formato de plano de estudos para que sejam visualizadas sempre na ordem correta. Isso significa economia de tempo e um aumento significativo em suas chances de ser aprovado no concurso.

Onde é mais barato comprar um carro: Brasil ou México?

Comprar um carro no Brasil é mais caro em comparação com o México, e a diferença se acentua conforme aumenta o preço do modelo, de acordo com uma pesquisa da plataforma de vendas de carros Carmund,

Brasil e México são importantes produtores no setor automotivo, a nível global, mas o Brasil conta com uma maior produção anual em comparação com o México, embora a compra de um veículo no território mexicano é muito mais barato que o atual anfitrião da Copa do Mundo, de acordo com o portal de impostos e taxas veiculares detrance2020.com.br

1.- Ford Fusion

O sedã maior e mais equipado da empresa norte-americana Ford fabricado no México, tem um custo 76% maior no Brasil. Embora no México, são necessários mais salários mínimos para comprá-lo (160.9 contra 136.3), requer menos salários médios (23.5 contra 51.8).

2.-Nissan March

O carro mais pequeno e econômico da Nissan custa 28% mais no Brasil do que no México. Para poder comprar, o país sul-americano, são necessários 39.3 meses de salário mínimo, enquanto que no México 61.2. Embora os meses de salário mínimo mais em México, o seu custo é coberto com 8,9 meses de salário médio frente aos 14.9 do Brasil.

3.- Volkswagen Gol

Este veículo fabricado no Brasil ainda é mais acessível no México. No país sul-americano tem um custo de 21%, que no território mexicano. Para poder adquirir este veículo são necessários 43.7 meses de salário mínimo (16.6) salário médio) em comparação com os 75.1 de salário mínimo (11 meses de salário médio), no México.

4.- Chevrolet Camaro

Para o caso dos carros esportivos acontece mais ou menos o mesmo, mas a diferença é maior. O Chevrolet Camaro custa 203% mais no Brasil, ou seja, três vezes mais. Para poder comprar este veículo, no México, precisam 210.8 meses de salário contra os 306.7 no Brasil, ou 30 meses contra 210.8 meses de salário em média, no México e no Brasil, respectivamente.

Entretanto é de se considerar a mais de que no Brasil há mais taxas inclusas nessa quantia que não existem no México. Para além do valor venal do veículo o motorista que adquirir a propriedade no gigante verde e amarelo também precisará colocar a mão no bolso par arcar com:

  • IPVA (pago anualmente e referente de 1% a 5% do valor do veículo de acordo com a tabela FIPE)
  • DPVAT (seguro obrigatório)
  • Licenciamento anual (para renovação do documento obrigatório CRLV – Certificado de Registro e Licenciamento Veicular)
  • Seguro (apesar de opcional as taxas tornam quase obrigatório ter um, caso contrário, se ocorrer um acidente poderá acabar gastando até 3 vezes mais, pior ainda se tiver envolvido em terceiros);

Cresce o número de registros veiculares no Brasil em 2019

Em setembro, as matrículas de veículos no Brasil cresceram 10,08% em relação a setembro de 2018. No total, 234.848 carros foram registrados e 2.749.829 novos carros foram vendidos nos últimos doze meses, 11.51% a mais do que no ano anterior.

A repartição dos valores das vendas de automóveis para o mês de setembro é:

Veículos Comerciais vendidos: 47.030, 16.28% a mais do que em setembro de 2018. Taxas de matrícula dos automóveis de passageiros: 187,818, o que representa um valor de 8,63% a mais do que em setembro de 2018. O Brasil está entre os dez países onde o maior número de carros foi registrado no último ano, no ranking de 135 países com base no número de matrículas de veículos.

Cresce registros veiculares no Brasil

Uma variável muito útil para estimar o nível de riqueza econômica de que desfrutam os residentes Brasileiros, em comparação com os outros países do ranking, é o número de veículos vendidos ou registrados por mil residentes no último ano. Com vendas anuais de 13,13 carros por 1.000 residentes, 1,12 deles no último mês, o Brasil, ocupa 49º lugar no ranking.

Como pode ser visto, o número de inscrições por mil residentes cresceu no último ano. O aumento deste número é positivo, pois indica geralmente uma maior confiança do público na economia do país.

As mudanças nos números de matrícula de veículos brasileiros são mostradas nas tabelas abaixo. Como vários estudos indicam, estas mudanças estão muito relacionadas com mudanças no PIB e, portanto, com a situação econômica de um país. As vendas diminuíram desde 2009, pois 2,913,595 foram registradas nesse ano, assim como o número de registros por mil residentes, que naquele ano eram 15,25.

Aqui nós mostramos a progressão das matrículas de veículos no Brasil. Você pode ver matrículas de automóveis em outros países em matrículas de veículos e ver todas as informações econômicas sobre o Brasil na economia brasileira.

Como os programas sociais da América Latina estimulam a educação

Para atingir os objetivos do milênio, os pais devem, em primeiro lugar, ser capazes de superar as
barreiras sociais para matricular seus filhos na escola. Estas barreiras incluem não só o custo direto
de educação, como taxas escolares, livros e uniformes, mas também o custo de oportunidade de tempo em
escola-a redução da quantidade de tempo que as crianças passam a trabalhar ou a fazer outras atividades
quando aumentam o tempo que passam a estudar, tanto na escola como em casa. Vários programas
foram além de reduzir ou eliminar taxas ou fornecer livros e uniformes gratuitos.

Na verdade, pagam às famílias dos alunos que frequentam a escola. Estes programas são chamados de condicionais
programas de transferência de dinheiro. Têm dois objetivos principais: (1) reduzir a pobreza atual; e (2))
aumentar os investimentos em capital humano para que as crianças das famílias pobres tenham um padrão melhor
de viver quando se tornam adultos. O primeiro objetivo é realizado quando famílias pobres
receber dinheiro do programa.

O segundo é conseguido condicionando as transferências de dinheiro para famílias sobre certos comportamentos dos membros do agregado doméstico privado, tais como visitar instalações de saúde, imunizar crianças pequenas e matricular crianças mais velhas na escola. Esses programas tornaram-se muito difundido nos países em desenvolvimento, especialmente na América Latina. Os dois maiores programas são:
o programa Progressa (mais tarde renomeado Oportunidades) no México e a Escola Bolsa (mais tarde renomeado Bolsa Família) programa no Brasil.

O caso do Brasil e do México foram os que mais se destacaram na América Latina. No Brasil, por exemplo, as famílias podem até consultar um calendário em calendariobolsafamilia2019.net para saber quando receberão o dinheiro que lhes ajudará a complementar a renda e deixar a extrema pobreza para a pobreza.

Histórico de programas sociais na América Latina

Países da América Latina têm feito progressos significativos para aumentar a escolamatrículas e habilitações acadêmicas nos últimos 25 anos. Por exemplo, a rede primária a taxa de matrícula aumentou de 70% em 1980 para 94% em 2004, e a taxa de matrícula líquida secundária aumentou de 16% para 61% no mesmo período.

Mas há espaço para mais progressos. Por exemplo, embora as taxas de matrícula no Brasil tenham aumentado de 86% em 1990
para 97% em 2001 para as crianças mais jovens (8-11 anos de idade), aos 14 anos esta taxa em 2001 era de 92% e em 2001 era de
idade 15 apenas 87%. Assim, em 2001 40% (nove milhões) dos jovens brasileiros de 18 a 25 anos não tinha completado 8 anos de educação (PNAD, 2001). Para incentivar todas as crianças a completar 8 anos de escolaridade, o Governo Federal do Brasil lançou a Bolsa Escola condicional em dinheiro programa de transferência em 2001.

Programa Bolsa Escola, no México

O Programa Bolsa Escola, que foi renomeado Bolsa Família em 2003, proporciona benefícios a famílias pobres com crianças até 15 anos, condicionadas à inscrição dessas crianças escola. Vários estudos têm mostrado que programas condicionais de transferência de dinheiro aumentam os estudantes’ inscrição, diminuição do trabalho infantil, melhoria do estado nutricional e de saúde das crianças pequenas, e
até mesmo diminuir a desigualdade de renda.

Há pesquisas que demonstram um  impacto positivo do programa Progressa nos resultados educacionais dos alunos no México. Também demonstra-seque o programa Progressa melhorou a saúde das crianças mexicanas.

Programa Bolsa Família, no Brasil

Voltando ao Brasil, estima-se que o Programa Bolsa Família diminuiu a pobreza e desigualdade de renda naquele país mostram que a Bolsa
O programa família reduziu o trabalho infantil. Embora muitos estudos tenham estimado o impacto da

Programa Progressa sobre os resultados educacionais dos alunos nesse país muito poucos analisaram o impacto da Bolsa Escola / Família
programa sobre os resultados educacionais dos alunos no Brasil.

Este artigo centra-se nos resultados educacionais dos alunos do ensino primário e secundário inferior no Brasil, o país mais populoso da América Latina. Utiliza um conjunto de dados invulgarmente rico para avaliar o impacto do Programa Bolsa Família a no progresso das crianças na escola, como medido por matrículas, promoção de notas e taxas de abandono escolar, utilizando dados de recenseamento escolar a partir de 1998a 2005. Ele faz isso usando dados do painel: a mesma escola pode ser seguido por oito anos usando
Dados do Censo da Escola Brasileira. As estimativas são apresentadas para as escolas com graus 1-4 e para as escolas
com notas 5-8.

As restantes seções do documento fornecem uma breve revisão da literatura, descrevem a Bolsa Programa Família e os dados, explicar a metodologia de estimativa, e apresentar resultados da estimativa. Uma secção final resume as conclusões e apresenta sugestões para mais
pesquisa.